HIV

A maioria das mães, que tem o HIV detectado na gravidez, é portadora assintomática. Por ordem de importância, o risco de contágio do feto é maior por meio da placenta na gravidez, na amamentação e, por último, no parto.

A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) é o vírus responsável pela infecção que determina a síndrome de imunodeficiência humana (SIDA). O HIV atua destruindo linfócitos, que são células do sangue que cumprem funções dentro do sistema imunológico (como de nos defender diante de microorganismos que chegam a distintos órgãos) e é esta sua importância como causador de doenças. Para ser mais claro, o HIV destrói nossas defesas de forma progressiva.

A forma de contágio ocorre por meio de relações sexuais sem proteção, da utilização de seringas contaminadas com o vírus, transfusões, transplantes, e da mãe ao filho durante a gravidez, parto ou amamentação.

Uma vez contagiadas pelo virus, a maioria das pessoas permanece um longo período em estado de portador assintomático, ou seja, está infectado e transmite, porém não tem os sintomas da síndrome de imunodeficiência adquirida.

O diagnóstico é realizado mediante a extração de sangue procurando por “pistas” do vírus no sistema imunológico ou por partes do vírus no sangue, sobretudo em casos mais duvidosos.

O tratamento contempla vários medicamentos antivirais que freiam a progressão do vírus atrasando em anos a chegada da etapa final, SIDA.

Riscos para a gravidez


Um bebê tem por volta de 35% de chances de contaminar-se se os cuidados necessários não são tomados; esta porcentagem aumenta se a mãe está com sintomas de atividade viral na gravidez ou no momento do parto. Geralmente, o bebê, ao nascer, será um portador assintomático ou apresentará o SIDA perinatal com retardo de crescimento, atraso mental, etc. Em média, vivem mais de 5 anos.

É importante o diagnóstico precoce, já que existem medicamentos que, administrados na gestante portadora do vírus, diminuem a probabilidade de transmissão ao feto, os quais vão variando à medida que se descobrem novos caminhos para a medicina. Por outro lado, se já detectado, se contraindica a amamentação para evitar o contágio por este meio.

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Semana 34: Compartilhando a alegria

É um bom momento para começar a informar-se sobre tudo o que se refere ao parto para tomar decisões conscientes e responsáveis sobre o nascimento do seu bebê.

Você pode deixar essa lista com alguém que se encarregue de avisar a todas as pessoas, assim, todos vão celebrar com você este momento tão especial da sua vida.

Seu corpo

  • Se esta difícil dormir uma noite inteira, experimente testar alguns conselhos simples: não tire sonecas à tarde, faça exercícios e mantenha-se bem hidratada. Além disso, evite o consumo de líquidos depois das 20 horas para não urinar com tanta frequência. Se não conseguir dormir, é melhor ler ou ver televisão e esperar que o sono volte.
  • Seu corpo suporta cada vez mais peso devido ao avanço da gravidez. Suas costas sofrem e isso provoca uma dor forte. Para isso, é recomendável um bom e relaxante banho de banheira.
  • Devido à pressão que o bebê exerce na sua pélvis, você tem a sensação de que ele desceu ainda mais.

Por outro lado, suas ansiedades e medos podem causar o aparecimento de dúvidas sobre o parto prematuro. Por isso, informe-se bem sobre quais são os sinais e sintomas deste parto:

  • Cólicas que se parecem às cólicas menstruais e que podem vir acompanhadas de diarreia, indigestão ou náuseas.
  • Um fluxo aquoso, de cor rosada ou café, acompanhada de um material mucoso.
  • Fluido amniótico saindo pela vagina.

Seu bebê

  • O bebê mede aproximadamente 43 cm e pesa ao redor de 2400g.
  • Ele se mexe bastante enquanto está acordado, mas, como os recém-nascidos, passa bastante tempo dormindo.
  • Os olhos do seu bebê agora ficam abertos enquanto ele está acordado e se fecham quando o pequeno dorme.
  • Seu sistema de imunidade está desenvolvendo defesas contra inúmeras doenças. Se for um menino, seus testículos já estão junto ao escroto.

Tentamos informar da forma mais precisa possível, mas tendo em conta que as taxas de crescimento e desenvolvimento da gestação são ocasionalmente diferentes para cada mulher, recomendamos que leia a semana exata de sua gravidez, também a semana antes e a semana depois. Em caso de dúvida, não hesite em contatar seu médico.

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