Compreendendo o sono do bebê recém-nascido

O seu bebê está numa fase em que as mudanças ocorrem em tal velocidade que não pode ser comparada a nenhuma outra etapa da sua vida. Nem mesmo na adolescência crescerá e mudará com tamanha rapidez. Não se esqueça de que até pouco tempo vivia num lugar aconchegante e seguro, diferente de dormir num berço, que embora possa ser muito bonito, não é tão confortável quando a sua barriga.

O sono dos bebês não é igual ao dos adultos

Para ajudá-lo a dormir, é importante ter em mente alguns dados sobre é o sono dos bebês, principalmente porque têm um sono bastante diferente dos adultos e, às vezes, têm hábitos extremamente opostos.

Por exemplo, enquanto os grandes destinam 8 horas para descansar, os bebês reservam esta mesma quantidade de tempo para estar acordados. As outras 16 horas são usadas para dormir, despertando a cada três horas para poder se alimentar.

Assim sendo, não é possível que os bebês recém-nascidos se adequem rapidamente aos nossos costumes. É mais fácil que o papai e a mamãe entendam que o modo como concebiam o descanso terá que mudar totalmente, pelo menos durante estes primeiros meses.

Aos três meses: criando hábitos

A partir dos três meses, os bebês começam a se adaptar e a ter períodos de sono – umas seis horas – mais prologandos pela noite. Você irá perceber porque nesta fase, o pequeno passa a ficar mais tempo acordado durante o dia. Desse modo, se suas intenções é criar hábitos de sono em seu filhinho, é recomendável esperar até o primeiro trimestre.

Enquanto você se acostuma a este novo caos que são as noites com um recém-nascido, pode aproveitar para intercambiar aprendizados. Enquanto aprende as características do sono do seu bebê, ele irá se adaptando a este novo mundo que você o apresenta.

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Bancos de células-tronco

Estudos recentes indicam que no sangue do cordão umbilical do recém-nascido se encontra uma grande quantidade de células-tronco, as quais podem servir, por exemplo, para o tratamento de muitas doenças.

Células-tronco são as células que possuem a capacidade de criar todos os tecidos, órgãos e sistemas do organismo e, além disso, são capazes de se dividir infinitamente.

As células-tronco obtidas da medula óssea, localizada no centro de alguns ossos, são utilizadas em transplantes para tratar de doenças do sangue e do sistema imunológico, como leucemia, linfomas, síndromes mielodisplásticas, talassemia, tumores de medula óssea, entre outros.

Tratamento de doenças


De acordo com estudos, a utilização de células-tronco provenientes do cordão umbilical permite o tratamento de algumas doenças, evitando o risco de incompatibilidade no transplante, já que não é possível que sejam rejeitadas pelo organismo quando provém do mesmo indivíduo.
Por outro lado, como se encontra em etapa experimental, os cientistas prevêm que a utilização das células-tronco poderá ser a cura para doenças como diabetes, artrose reumática, lupus eritematoso e mal de Parkinson e Alzheimer.

Quais países contam com esse desenvolvilmento científico?


Brasil, Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, Espanha e México contam com empresas, tanto no âmbito privado como público, que oferecem o serviço de Bancos de células-tronco de cordão umbilical. As empresas privadas oferecem um seguro biológico próprio, uma reserva de células-tronco particular que pode ser utilizada quando o doador necessitar durante sua vida, ou quando quiser doar a algum familiar direto com quem ele seja compatível.

Quanto ao âmbito público, há hospitais que oferecem a possibilidade de doação de sangue do cordão umbilical para formar parte do Banco Público de Sangue do Cordão Umbilical à disposição de pessoas que necessitem.

Como todo novo desenvolvimento científico, existem posições divergentes quanto à utilidade que um indivíduo particular possa dar a sua própria reserva de células-tronco provenientes do cordão umbilical, mas a comunidade cientifica ainda não provou a utilidade e o potencial que essas células-tronco possuem.

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